desenho e design

0 Intro – Estruturar e Interpretar

Linha
Implícito e Explícito – Nivelamento e Acentuação (em conclusão)

OLHAR E VER

A partir deste primeiro conjunto de exercícios pretende-se o desenvolvimento do ver, enquanto estratégia central da formação na área do desenho. Aprender a desenhar relaciona-se, intimamente com o saber ver. Ver implica explorar, interpretar, sentir e estudar a realidade, para além da noção visual, que, quase exclusivamente, atribuímos ao resultado final. A par deste objectivo, a necessidade em desenhar é uma estratégia fundamental, a par com o desenvolvimento das capacidades em criar, interpretar e comunicar através do desenho.
Ao estudante não bastará olhar para retirar dos exercícios esperados benefícios. Em desenho, ver congrega todos os sentidos disponíveis, porque é uma experiência em contínua formação e evolução – ver é uma construção inteligente e natural da vida.
Assim sendo, ao olharmos para os nossos desenhos, não fará sentido perguntar a terceiros: está bem assim? já acabei?. Estas e outras perguntas devem encontrar a resposta possível e certa, nas razões e no ritmo de cada autor.

O desenho é sempre o registo gráfico (traçado, suposto e criado) que cada um constrói a partir de um entendimento alcançado.

Antes de mais…

Questões de estrutura e organização>

Modelos. Sala de Desenho, Universidade da Madeira. 2010

Sobre a matéria tratada nesta “tira”, introduzem-se os níveis e as estratégias da estrutura em desenho, atendendo à sua duplicidade  – enquanto relação do ver , e, também, como base da construção do fazer [comum desenhar]. A estrutura como natureza tipológica geral e proporcional, fronteira declarada das relações de leitura externa, decorrentes da oposição entre forma e fundo. A estrutura seguindo uma análise interna baseada na configuração, no detalhe e no antagonismo entre  claro / escuro, e luz / sombra.

Deste modo, a estrutura é um primado na ordenação da(s) forma(s). À semelhança de uma “pauta” de desenvolvimento expressivo, dá azo à natureza criativa do autor, enquanto primeira construção e ensaio no plano da formalização.

Uma razão objectiva habita a estrutura. O seu papel é uma inerência do desenho, enquanto sistema associado à acção e tomada de consciência de uma dada realidade. Nesta perspectiva, o desenho enquanto ontologia do ver, não só facilitará a compreensão de extensos e diversificados conceitos, como a acentuação de “parcelas”  ou pormenores, que constituem o universo da sua permanência. De certo modo, quando se refere a palavra estrutura em desenho, esta torna-se portadora de um duplo sentido. Primeiro o da organização das formas segundo uma direcção proprietária do real ou pelo menos do conceito que estabelecemos em torno de uma realidade formal vista e percebida. Por fim, sobre a duplicidade dessa leitura, em que o desenho se transforma enquanto plano de significação e construção – estrutura na compreensão do ver  – estrutura na concretização do fazer. Dificilmente haverá educação visual sem a participação do acto de desenhar, pois a sua acção a partir do escrutínio da estrutura geral das coisas permite educar a visão como complexidade reflexiva da realidade.

Estruturar é o início desse aprofundamento mental, encontrando níveis de hierarquia formal e visual relativamente às formas apresentadas. Estruturar é organizar o desenho e as formas que aí habitam. Estruturar é resumir, compor e ordenar conceitos. Desenhar será também estruturar – ver e saber.

Sobre três estratégias na organização da estrutura em desenho

Janela proporcional | Relação das linhas de força ( estrutura geral) com as linhas de referência proporcional ou fronteira | desenvolvimento seguindo as direcções registadas

Estruturação proporcional |  janela ou envelope…

Para quem se confronta com o desenho de trechos ou objectos da realidade, uma dificuldade frequentemente  sentida, inicia-se em estabelecer uma relação entre os objectos (mundo exterior) e o desenho (mundo interior), entre a percepção e o entendimento. O saber de uma dada realidade ultrapassa a sua percepção. Um elemento mediador entre um e outro mundo, entre o ver e o saber, pode encontrar-se no papel que quadro ou janela desempenham. Enquanto fronteiras ordenadas, permitem uma referenciação estrutural entre o interior e a simplicidade axial dos respectivos limites. Meio caminho até à folha de papel ou suporte de desenho,  a janela mental constitui um primeiro elemento de proporção e referenciação. A partir desta é bem mais fácil estabelecer as relações de construção, composição e estrutura das formas projectadas no seu interior ou na sua vizinhança. Seguindo a ordem crescente das respectivas complexidades, todos os elementos gráficos e visuais podem construir-se, ao abrigo do apoio desta primeira e elementar estrutura de relação proporcional.

Dürer, Albrecht. Artista e Mulher reclinada. Xilogravura. O Manual do Pintor, publicado em 1525

A aplicação do conceito de janela constitui o primeiro argumento na construção e desenvolvimento do estudo da perspectiva. Analogia revolucionária no desenvolvimento de um método para a representação projectada num plano e na investigação da natureza catadióptrica da realidade. Isolar o interior do exterior, estabelecendo equivalência proporcional entre a realidade observada e o plano da sua representação, permitindo discriminar e conhecer as respectivas relações estruturais entre forma e espaço. A xilogravura de Dürer ilustra a adição de um segundo auxiliar geométrico, muito vulgarizado a partir do renascimento – a quadrícula ou reticula de interferência / referência.

Sem chegar ao preciosismo da panóplia renascentista, até porque, no presente a fotografia cumpre plenamente essa vocação catadióptrica, a estruturação proporcional apoiada na janela e a respectiva leitura na comparação relativa entre o riscador (“vara”) e a realidade observada, apresenta suficiente precisão para quem desenvolva registos do real.  De facto, a questão fundamental não passa exclusivamente pela natureza geométrica da imagem que se vê, mas pelo entendimento das linhas construtivas, frequentemente sem a declaração explícita e física da força visual que as gera. Essas são evidências que progressivamente se encontram através da contínua laboração em desenho.

A partir dessa janela mental, qual envelope que encerra o conjunto visualizado, pode estabelecer as relações de proporção, direcção e força, quer aferindo a escala proporcional, quer analisando as respectivas direcções e inclinações. Basta para o efeito fazer coincidir o seu riscador com essa realidade em observação e transferir ou projectar o(s) resultado(s) para o plano do desenho.

Ao iniciar um desenho, reflicta sobre as linhas fundamentais em presença. Analise a ordem proporcional e angular que as caracteriza, e com a suavidade de quem procura a riqueza de um caminho, construa progressivamente o seu desenho. O ritmo do desenho acompanha o entendimento e a experiência do seu autor.

A estrutura enquanto esqueleto. A textura gráfica enquanto pele…

Apesar do conceito de estrutura estar associado à palavra esqueleto, uma melhor interpretação da sua abrangência, centra-se enquanto modelo de organização, que um dado conjunto evidencia.  Estrutura proporcional, estrutura cromática, estrutura de uma textura, etc. Na verdade falar-se em estrutura é conhecer as relações que definem e singularizam um determinado grupo ou classe de evidências formais.

Plasticidade e modelação das relações luz / sombra | Atmosf…

A par da percepção e estabelecimento das relações estruturantes entre os elementos, que pontuam e descrevem qualquer forma visual, como a cor, a configuração e a textura, importa considerar as relações de abrangência entre a forma de um objecto e a sua contaminação visual / atmosférica / espacial. Em presença de um resultado modelado pela luz, a forma progride no rico e extenso território da plasticidade. Este transportará sempre, quer autor, quer fruidor, para outros níveis proprietários de subjectividade / objectividade.

Janela | Ordem segmentar rectilínea | Separação sombra / luz | Claro / escuro | Intensificação tonal  >

Janela | Ordem segmentar rectilínea | Separação sombra / luz | Claro / escuro | Intensificação tonal | >

Ordem segmentar curva | estruturação e ritmo | Separação sombra / luz | Claro / Escuro | Intensificação tonal | >

Ordem segmentar curva | estruturação e ritmo | Separação sombra / luz | Claro / Escuro | Intensificação tonal | >

Construção e tratamento sucessivo > camada após camada [LAYER after LAYER]

Construção e tratamento sucessivo > camada após camada [LAYER after LAYER]

Estruturação centrada em volumetria geométrica

Estruturação centrada em volumetria geométrica

Decomposição de elementos / volume

Método dos volumes ou organização poliédrica das formas. Questões sobre o método dos volumes – A natureza geométrica como organização ou estruturação desenhada das formas visuais, suporte para um desenvolvimento expressivo controlado, em termos proporcionais e de configuração.

(Crânio – apontamento de Duarte Encarnação).

Giz s/ Tinta de ardósia, 2 m x 2,6 m. Vide esboço da estrutura linear geral – Separação luz sombra em http://dedsign.wordpress.com/programatica/desenho-i/

Sobre a fusão dos métodos preparatórios em desenho do natural.

cadeirasala

Sala das Unidades Curriculares de Desenho, designada de Laboratório de Artes Visuais.

cadeira

O desenho do natural envolve algumas questões de método, ou métodos, que porventura permitem regular ou dominar a construção reiterada de um discurso gráfico, desenrolado em torno dos aspectos de natureza proporcional e do controlo regularizado da configuração, da luz e da sombra.
O desenrolar de uma relação expressiva, focada na dramatização entre dois mundos, o claro / apolineo e o escuro / dionísiaco, como evocação plausível de uma realidade ancestral, mas sempre presente, quando nos confrontamos com a objectividade e a expressão da sua representação através do desenho, da natureza plástica e do resultado de uma acção discursiva.
O “Sofá”, demonstração ao vivo, na aula de Desenho I, do método da conversão / interpretação dos objectos em sólidos ou poliédros, segundo a geometria mais adequada à realidade que as evidências
em cada objecto ou forma nos oferecem.

cadeira1

“Sofá”. Giz sobre parede pintada com tinta ardósia da CIN. Dimensão 2,20 x 2,60 metros. 2013

Reter as direcções e o sentido proporcional e inclinação de tramos rectilineos, em varas1(neste caso, referenciadas pelo riscador – pau de giz), indicadores de inclinação, angulação, entre os diversos elementos primários que sustentam a natureza geométrica das formas.
Qualquer realidade, por mais complexa que se apresente, pode ser reduzida à sua expressão mais simples, sem perda dos valores de integridade proporcional e em referência à natureza que a sua configuração declaradamente apresenta.
Estes são os argumentos fundamentais a favor dos métodos de cariz rectilinea, quer sejam de envolvência volumétrica, poliédrica, quer, simplesmente, segmentares. Aliás, o sofá é construído deduzindo a forma final a partir das chaves / segmentos e poliedros / sólidos e o desenho da modelo estruturado a partir de angulações segmentares mistas (rectas e curvilineas).
A simplicidade deste método permite construir o desenho, seguindo o conceito geral que a estrutura do objecto apresenta. Um segmento recto, um prisma ou paralelepípedo são essencialmente conceitos que podem ser desenhados sem o recurso a uma observação contínua e obstinada (desenhar de dentro / conceptualizado para fora / exteriorizado, mais do que a visão que se gera sujeita, como se de um varrimento visual se tratasse, sem a participação de uma acção corporal activa e delineadora).
A geometria compreendida é fundamental e liberta o autor de uma certa ditadura, a que a ordem visual frequentemente teima em exercer. Os referente estruturais passam a ocupar o lugar dos objectos e com um maior domínio espacial, entre o quadro visual em presença e o quadro visual da representação, desenrola-se velozmente a acção desenho, sem obrigar, até que a posição de observação seja a mesma da realização desenhada (memória e retenção estruturada da imagem).

cadeiras

“Sofá”. Confrontando em paralelo, tempos e acções consecutivas, método construção segmentar/angular/ poliédrico e tratamento gráfico material. Giz sobre parede pintada com tinta ardósia da CIN. Dimensão 2,20 x 2,60 metros. 2013

Desenhos – autores | Meios – suportes e riscadores

Cambiaso, Luca. (1527–1585)


Kley, Heinrich (Sec XIX) | Prudhon, Pierre-Paul (Sec. XIX)

Van Gogh

Franco, Francisco

Picasso

IMPLÍCITO E EXPLÍCITO – RISCAR E SUGERIR

Todo o desenho é concretizado através de traços, ora explícitos, ora implícitos. Como desenhar é tornar a ver, ou aprofundar a visão, materialmente, tanto se risca como se omite a linha, tendo a certeza que o resultado final, enquanto forma percebida, será sempre um produto de comunicação, lido e sentido, segundo a natureza mental e cultural de cada um.
Quanto à sua presença, a linha como entidade plástica e abstracta resume e refere uma dualidade conceptual e material.
Tornar explícito é riscar, mostrar coincidências ou paralelismos entre as formas visuais e a matéria desenhada.
Deixar implícito é esperar que o leitor participe mentalmente na construção do desenho (princípios visuais introduzidos pela Gestalt leccionados na disciplina de Forma e Campo Visual).

NATUREZA EXPRESSIVA – NIVELAMENTO E ACENTUAÇÃO

O nivelamento e a acentuação definem duas direcções expressivas que caracterizam a linha enquanto elemento estruturante da forma. Nivelamento e acentuação manifestam-se para além do comportamento plástico da forma, e resumem a natureza narrativa do traçado (linha) que o envolve, que o refere. Assim sendo, para além da variabilidade morfológica, a linha sugere e declara essas duas direcções ou oposições, seguindo um comportamento harmónico específico, ao enquadrar a intensidade e o ritmo do desenho:
– Resume e reduz o apontamento, nivela os resultados da visão, forçando a entrada de uma narrativa ou de um discurso gráfico mais sinteticamente elaborado.
– Ao pormenorizar e “carregar” a experiência visual, acentua-se a realidade desenhada aprofundando o sentido de uma análise gráfica detalhada.
Riscar e sugerir, nivelar e acentuar, pertencem à natureza plástica e expressiva do desenho. Mas, também, ao introduzir o espírito da síntese e da análise, origina-se, em reflexão e criação, uma descoberta dentro da nossa vontade, face ao mundo e às coisas. Na sequência destas ilações, proponho um conjunto de movimentos e exercícios orientado para o desenvolvimento pessoal, distribuídos segundo os grupos abaixo sinalizados, para que cada um faça do desenho o seu instrumento de trabalho e o adopte como linguagem de investigação e comunicação plástica.

Movimentos de exploração a praticar sempre que pretenda – melhoria geral da destreza – controlo técnico e visual.

Desenhos de interpretação a realizar segundo as datas programadas,  com o objectivo principal de desenvolver estratégias gráficas e visuais próprias, com vista ao reforço fundamental de capacidades criativas e precursoras.

Memorandum

O presente documento enuncia, em memorando orientador, os aspectos mais relevantes a considerar na realização de um trabalho de desenho, enquanto projecto de controlo do papel da estrutura, como princípio organizador das qualidades plásticas e formais na objectividade e na expressão gráfica.
Relembrando os aspectos focados nas lições, na avaliação consultiva e no blog dedsign , em http://dedsign.wordpress.com/programatica/desenho-i/linha/introducao/ , seguindo a inspiração, a análise e a interpretação a partir do modelo proposto, desenvolva objectivamente um conjunto de desenhos coerente do ponto de vista plástico e expressivo .
Considere uma abordagem fundamentada em práticas e estratégias, que desenvolvam o aprofundamento da sua leitura, confrontando a realidade apresentada, não esquecendo que por meio do desenho congrega-se o ver e o saber.
“A par da percepção e estabelecimento das relações estruturantes entre os elementos, que pontuam e descrevem qualquer forma visual, como a cor, a configuração e a textura (dualidade >física e expressiva), importa considerar as relações de abrangência entre a forma de um objecto e a sua contaminação visual / atmosférica / espacial . Em presença de um resultado modelado pela luz, a forma progride no rico e extenso território da plasticidade. Transportará sempre, autor e fruidor, para outros níveis proprietários de subjectividade / objectividade.” in  http://dedsign.wordpress.com/programatica/desenho-i/linha/introducao/
.
I
Estudos > Relações de força > Janela proporcional | Relação das linhas de força (estrutura geral) com as referências proporcionais e de fronteira > Riscadores acromáticos e ou monocromáticos
17 Março 2010 | 11.30 -13 h
.
II
Realização de um desenho final em torno da plasticidade e modelação das relações luz / sombra | Volume > Riscadores acromáticos e ou monocromáticos
19 Março 2010 | 14.30 -17.30 h
.

Aspectos a centrais a defender:

.

Presentificação > tornar presente [1]

Singularidade expressiva > valor plástico e desenvolvimento autoral [2]
Além das referências contidas em http://dedsign.wordpress.com , o estudante pode consultar os elementos que considerar necessários.
.
[1] (…) por elas sendo permitido apontar, e em cada apontamento distanciadamente presentificar, elemento ou elementos do real circundante, qualquer que seja o grau de transformação que a sua aparência consinta. ou a que se submeta, para que o objecto constituído possa aparecer como exemplar e significativo. E se a produção se exige e se desenvolve com as  características apontadas, e independentemente dos múltiplos modos por que pode ocorrer, consoante os espaços e as épocas de produção, é porque aí se explícita aquela que pode ser uma dimensao antropológica fundamental: a que se expressa como tensão pela consciência de distância ao Mundo e aos entes particulares que o povoam, e o ‘fascínio’, ou até, ‘fixação’… que esses (ou alguns desses) entes provocam, – diga-se tal relação de ‘desejo’, ou ‘espanto’, ou ‘temor’, ou…, muitas vezes em implicação recíproca -, e que exige, pela presentificação, uma ‘posse’, ou a simulação de “posse”, ou tão só apreensão qualitativa, que é, também, a um nível, equilibrante descarga emocional e, a outro, equilibrante fruição e reconhecimento: a que da produção dos esquemas perceptivos constituídos, (…)
.
Alcaforado, Diogo, 1993,  Artes Plásticas, Imitação e Poder in lição inaugural do ano lectivo 1993/94 proferida na Faculdade de Belas do Porto
.
[2] (…) Derdyk registra dois relatos nos quais pessoas, fora de uma formação com influência direta da herança européia erudita, identificam suas criações plásticas e verbais, como artesanato popular e poesia em um registro apenas oral, com uma idéia de desenho. Esta identificação caracteriza o que a autora denomina desenho vivo, dotado de “uma tonalidade atemporal, dada a natureza do desenho enquanto linguagem expressiva e funcional (…) e evidenciando, por outro lado, as singularidades, dadas as pregnâncias da realidade dos lugares naquilo que o desenho atrai e na forma como projeta discursos””
.
Costa, Diego Rayck da, 2009, in DESENHO COMO FORMA DE PENSAMENTO, UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina)

4 Respostas

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  1. Celso Caires said, on 26 de Fevereiro de 2008 at 20:48

    Teste Introdução

  2. Desenho e Design « desenho e design said, on 28 de Março de 2010 at 15:02

    [...] 0 Intro – Estruturar e Interpretar [...]

  3. NATANAEL said, on 16 de Maio de 2011 at 12:06

    belissimo!!

    • Celso Caires said, on 17 de Maio de 2011 at 18:55

      Caro Natan, agradecido pelo seu simpático comentário.


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