desenho e design

Acção | Meios, suportes, riscadores e elaboradores (em conclusão)

Os primeiros desenhos resultaram de traços e incisões sobre as paredes de uma caverna, muito tempo após os riscos, rastos ou vestígios (1) que os primeiros hominídeos marcaram, ao percorrer pela primeira vez a superfície branda de uma praia de areia fina.

Hoje, a diversidade de meios e recursos ultrapassa largamente o conjunto convencional de instrumentos e suportes, que ao tempo se foi melhorando – do lápis sobre a folha de papel, da pena ao boligrafo – enfim, toda uma classe instrumental validada para uma natureza especificamente plástica e expressiva.
O meio refere o modo como uma tinta, pigmento ou cor é depositado sobre a superfície de um suporte, usualmente papel.
A maioria dos riscadores são constituídos por pigmentos aglutinados.
Mediante pressão transferem-se a seco alguns resíduos sobre papel ou outro material que provoque atrito suficiente:
Grafite / carvão (a) / pastel (b) / etc
Dissolvidas em água ou outro meio líquido, os pigmentos podem ser aplicados através de um pincel, aparo ou instrumento apropriado:
Aguarela / gouache / nanquim / etc
Presentemente são oferecidos recursos híbridos – passíveis de aplicação a seco ou através de meio líquido.

O suporte apresenta-se como alvo da expressão e do registo gráfico. Salvaguardando questões de natureza prática, poderá ser de origem diversa: papel, madeira, areia, acetato, etc..

Para não julgar que o papel é o único suporte a usar em desenho, basta pensar o “papel” desempenhado pelo elemento areia como suporte, meio e riscador no caso concreto do jardim japonês.
O papel escolhido pela sua versatilidade de registo e arquivo continua a ser o suporte mais prático e usual. A invenção do papel está atribuída a Ts’ai Lun (China, 1000 A.C.). Ao que parece, terá misturado num recipiente com água, fibras de madeira de amoreira e de bambo, obtendo assim uma pasta que depois de prensada e seca entre dois pedaços de tecido se assemelharia ao papel artesanal, ainda manufacturado hoje em dia. A partir do século X, os Árabes substituiram os materiais anteriores por fibras de linho. A diversidade do papel apresenta-se pela variedade de texturas, gramagem, cor e resistência, em função de usos diferenciados e em harmonia com os intentos de cada autor.

A textura do papel constitui uma das características físicas que mais afecta visualmente a aparência de um desenho, devendo ser considerado como um elemento plástico por excelência, e, devidamente harmonizada em a função do riscador que se escolhe. Se utilizar a caneta, deve escolher um papel liso, que certamente facilitará o deslizar do aparo. Para pastel,
carvão ou outro riscador pulveroso será apropriado seleccionar um papel mate de textura evidente, com suficiente capacidade de absorção. A cor do papel também influência notoriamente o resultado final do desenho.
Deverá seleccionar os meios mais adequados à sua estratégia de trabalho e aos seus objectivos expressivos e de representação.
Assim o acto de desenhar melhora com a experiência. Quanto mais ensaiar os materiais elegidos, mais progride a sua visão, retirando a melhor elegância gráfica, traduzida a partir de uma economia de tempo e esforço, que a sua linguagem proporciona.

Os novos meios e recursos de imagem proporcionam uma extensa panaplópia ao serviço das diversas áreas de projecto e criação.
O software criado ao longo das últimas décadas e a evolução dos computadores representam uma das chaves principais para aceder à modernidade e ao progresso tecnológico na actualidade.

“Designers have long used computers for their calculations. Initial developments were carried out in the 1960s within the aircraft and automotive industries in the area of 3D surface construction and NC programming, most of it independent of one another and often not publicly published until much later. Some of the mathematical description work on curves was developed in the early 1940s by Isaac Jacob Schoenberg, Apalatequi (Douglas Aircraft) and Roy Liming (North American Aircraft), however probably the most important work on polynomial curves and sculptured surface was done by Pierre Bezier (Renault), Paul de Casteljau (Citroen), Steven Anson Coons (MIT, Ford), James Ferguson (Boeing), Carl de Boor (GM), Birkhoff (GM) and Garabedian (GM) in the 1960s and W. Gordon (GM) and R. Riesenfeld in the 1970s.

in http://www.wikipedia.com

Desenho e Renascimento
www.drawingsofleonardo.org/
www.museoscienza.org/english/leonardo/default.htm
www.mos.org/leonardo/
www.bl.uk/onlinegallery/ttp/ttpbooks.html
www.davincistore.com/

http://www.universalleonardo.org


Instrumentos de desenho
www.daube.ch/docu/glossary/drawingtools.html
www.universalleonardo.org/

3D
www.revitcity.com/index.php
www.creative-3d.net/index.cfm

Portais
www.construlink.com/
www.archi-guide.com/
www.calatrava.info/
www.designcouncil.org/

Uma resposta

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  1. larissa said, on 23 de Setembro de 2009 at 23:34

    nossa brigado fikei sabendo de tudo


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