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Fala futuro

Hoje, dia 18 de Junho tive o prazer em participar no programa da SIC Falar Global | Fala Futuro

Face ao painel das questões colocadas, fui obrigado a questionar e a centrar assuntos, sobre os quais, de quando em vez, todos nós deveríamos reflectir.  Assim dediquei parte desta semana a alinhavar algumas respostas que tomo o gosto de partilhar.

Apesar desta participação ter terminado, pretendo concluir ainda algumas das questões que não tive tempo suficiente para reflectir e responder.

Agradeço e destaco ainda as qualidades e a excelência de um profissionalismo inteligente, organizado e cooperante que a equipa da SIC evidenciou. E a todos desejo imensas felicidades.

1. Até onde pode a inovação tecnológica levar a humanidade?

Como em tantas outras coisas produzidas ou criadas pelo homem, a inovação tecnológica é mais um meio estruturado para atingir fins diversos. Considerada de forma isolada, sem um sentido aderente a uma finalidade, em que o Homem e a conquista da humanidade não constituem a sua direcção fundamental, desenvolve-se tão somente como uma mera coqueluche, forjando a ilusão de um caminho que efectivamente, a certo prazo, não conduz a parte alguma. Por conseguinte, sem o reconhecimento de uma perspectiva em que a Terra e a Humanidade são os centros e os bens fundamentais, rapidamente a inovação tecnológica pode dar lugar e fundar algo entre o kitsch e a escravidão…

2. Que valores devem orientar a inovação?

Precisamente os do humanismo, enquanto premissa de uma ligação entre a dualidade que habita em todos os homens, quer quanto à sua sede terrena – Terra – um bem ecológico, quer quanto à sua deriva religiosa – Bem, ética, princípio e devir. O dever da tecnologia enquanto suporte material na construção de uma humanidade mais rica, material e espiritualmente mais evoluída. Assim a inovação tecnológica poderá desempenhar o papel de recurso fundamental.

3. Que aspecto da nossa vida em colectivo mais necessita de inovação e de que forma?

Pensar e aplicar o sentido de uma política, que promova uma nova religiosidade nas pessoas e entre as pessoas. Pensar a política para além dos “chavões” que a História nos deixou. Pensar que a tecnologia tanto se desenvolveu e que a política, essa forma de estar e construir sociedades e países, continua mergulhada em relações e poderes, que tantas vezes não acompanham os novos horizontes e as promessas do devir. As chaves essenciais são educação | urbanidade e ecologia | globalidade.

4. Que novas formas de governação podem resultar das novas tecnologias?

Apoio à decisão e à discussão poderão originar novas formas de governação que pressuponham uma maior participação, segundo uma deriva fortemente centrada para o contributo de todos, apelando à formação de valores democráticos, activos no exercício de um diálogo permanente, em que os pressupostos de uma maêutica geral, relativas às naturezas ou especificidades culturais, ectárias e género, sejam valores de diferenças impulsionadores e de união entre todos os cidadãos.

Informar, consultar, discutir e decidir são os pontos principais de uma plataforma de acção política, cuja natureza leve e pertinente, será desejavelmente também um plano de desenvoltura educativa.

5. Quão objectiva pode ser a ciência se considerarmos o conhecimento humano como tendo uma base subjectiva e emocional?

A ciência é o lugar onde se guardam os elementos de uma objetividade insofismável, que o conhecimento humano metodicamente constrói.

Se, enquanto esfera intemporal, a isolarmos das nossas necessidades e questões, porventura a ciência ganha um estatuto divino e inamovível, para além do Tempo, para além da Humanidade. Mas esta hipótese apenas dá lugar ao nascimento ou manutenção de uma falsa e infundada crença, que em tudo também contraditará o papel da refutação, enquanto acção fundamental à continuidade e ao progresso da própria ciência.

Porque em função da sua base e origem subjectiva e emocional, a consciência humana continuamente reclama e proclama a ciência enquanto demanda do mundo e das coisas. A sua objectividade é um resultado em permanente melhoria e construção, seguindo pontos de vista também em permanente evolução. Sem essa base de uma aparente deriva, a ciência porventura apenas teria dado azo à formulação de uma única questão: quem somos?, e por aí ficaria, pois nunca encontraria uma resposta suficientemente objectiva que a fundasse enquanto corpo de um conhecimento exacto. Á semelhança de uma lâmpada acesa, a ciência não é o local ou o espaço iluminado, apenas uma generalização de uma forma de conhecimento declarada à sinergia entre a luz acendida e a porção iluminada…

6. Como ocorre o processo criativo?

Sem ignorar as leituras que a ciência tem vindo a estruturar como explicações plausíveis, julgo interessante considerar o processo criativo como um jogo, no qual as regras não são iguais para todos e os objectos contemplados pelo jogo que constituí o próprio processo criativo, também mudam de individuo para individuo.

Talvez, o que se encontre de comum no processo criativo, que singularmente cada um de nós desenvolve, seja a presença indelével de uma curiosidade sensível. A vontade, o prazer e o desafio em enfrentar uma inelutável conquista, quer nos territórios do escrutínio racional e directo, em que a objectividade desempenha um papel fundamental, quer nos planos da evocação e da imaginação, enquanto necessidades de deambulação e criatividade.

A liberdade e a auto-estima são pressupostos importantes para a emergência do processo criativo.

7. Qual o papel da expressão artística e da cultura na educação e na aprendizagem ao

longo da vida?

Ambas colocam o raciocínio e a inteligência em modo de insubordinação, relativamente a uma matriz dicotómica pura. Estas propiciam o desenvolvimento natural de um plano, para além da lógica pautada pelas antíteses extremas, as do sim e do não. Por conseguinte, a fruição e o desenvolvimento da expressão artística tornam-se essenciais, fomentando a plasticidade do próprio pensamento, assim como a conquista de comportamentos de divergência e tolerância.

Por outro lado, a cultura afigura-se uma razão declarativa fundamental no conhecimento, relação e identidade entre cada um, a sua inserção e a sua afirmação, quer no plano individual, quer colectivo.

A cultura é uma estrutura extensa cujas raízes devem mergulhar no passado, propondo e cimentando uma matriz convergente de reconhecimento colectivo.

8. Quais as principais características das escolas do futuro?

Um sentido maêutico no desenvolvimento da heterogeneidade. A civilização é um progresso de homogeneidade indefinida e incoerente rumo a uma heterogeneidade definida e coerente individual explorando através das matrizes teóricas e práticas do conhecimento. Comportamental no sentido sóciológico do termo, inclusiva e potenciadora, activa e criativa.

9. O que fazer para garantir a toda a população formas de subsistência sustentável?

Alicerçar organizações produtivas minimamente predatórias e acentuadamente reprodutivas, localizando e potenciando sinergias, que permitam construir uma economia ecologicamente bio centrada quanto aos impactos e à minimização da devastação dos recursos.

Opor à concentração produtiva, a distribuição equilibrada de meios e recursos, minimizando perigos de alastramento epidémico, quer do ponto de vista da ecologia profunda, quer do ponto de vista da excessiva concentração dos mercados económicos.

Eliminar o desperdício enquanto factor antagónico de crescimento e progressão dos mercados económicos e financeiros. Centrar o papel da economia na razão do seu corpus original.

10. O que precisa de mudar no trabalho para que gere mais qualidade de vida?

Quanto às suas características e natureza, o trabalho é definido a partir da sua relação sociológica.

Mudanças profundas implicam alterações de incumbência e desempenho no cerne sociológico e produtivo.

No actual espectro científico e tecnológico, os meios e recursos presentemente disponíveis deveriam bastar para uma nova perspectiva política e social do trabalho. Em certos casos, permitindo um aumento da produtividade, mesmo quando, associado à redução do seu tempo directo de prestação. Noutros, a manutenção do tempo tradicional de trabalho é uma exigência irredutível. E, em ambos os casos, a hipótese de uma repartição segundo pressupostos de flexibilidade horária, para além do período convencional.

A questão de distância | tempo entre o local de trabalho e o domicílio é um factor que influencia directamente a qualidade de vida. Questões de planificação e avaliação das consistências urbanísticas e territoriais devem ser estudadas de modo a promover um melhor aproveitamento, com menores custos e desperdícios associados ao consumo de energia e tempo livre.

Modelos de circulação e transporte que reduzam as perdas anteriores, dado que, frequentemente, as mudanças não se centram nas questões do trabalho em si, mas sim na estrutura de ligação entre casa e trabalho. No sentido de melhorar as relações de natureza sócio cultural estrita, familiar e de proximidade.

A meu ver, a maioria dos modelos de home work não se afiguram credíveis, pois frequentemente são respostas inadequadas e mal estruturadas a um conjunto mais vasto de deficiências antigas do ponto de vista da organização produtiva das sociedades. Sem pensar e melhorar as estruturas gerais dos sistemas de desenvolvimento das sociedades, dificilmente se poderá potenciar ou introduzir novos modelos de trabalho.

11. Se a base do desenvolvimento no séc. XX foi o crescimento económico e uma parceria entre empresa, estado e sindicatos, quais os novos fundamentos e actores para o século XXI?

Um dos perigos principais que poderá ocorrer no dealbar do século XXI, será consequência directa da concentração de população em grandes centros urbanos, sem o crescimento cultural e educativo do individuo, em terrenos de uma harmonia conducente ao desenvolvimento de uma amplitude e transcendência mentais. O sentido de uma nova religiosidade, enquanto elo de aproximação “religio”, que liga o homem aos princípios da exaltação do mundo e das coisas, seguindo uma política de respeito entre os seus e o plano da Terra e da Vida, é uma urgência universal.

A partir do legado colossal de informação e conhecimento, que o século XX nos deixou, surge o tempo de melhorar a nossa amplitude espiritual, surge o tempo de partilha e de gestão global, colocando em plano de evidência princípios e valores imateriais, que transcendem a globalização de uma economia desregulada e manipulada, segundo meros resultados de contenção e disputa, pois a Humanidade como o Mundo não são meras figuras de um qualquer jogo de monopólio.

12. Que novas responsabilidades e papéis devem as empresas portuguesas assumir?

As empresas portuguesas devem centrar uma atenção particular nos aspectos, que de forma mais ou menos evidente, a própria sociedade em termos culturais e materiais anseia, resume e projecta, segundo as matrizes que lhe dão identidade e reconhecimento. Muitas das oportunidades ditas de negócio estão ainda emersas, pelo ruído que os tempos modernos projectam continuamente. Razões de valor histórico e cultural são pressupostos que podem influenciar uma criação empresarial orientada para novas oportunidades e inovação. Não apenas numa perspectiva económica, pois só por aí, nunca chegaremos a lado algum, mas também desenvolvendo uma visão contemporânea, não alheada de um conhecimento da história de sucessos e desenvolvimentos que no passado os portugueses também souberam alcançar.

Para além dessa tecedura cultural, enquanto pano de acção e criação empresarial, devem-se considerar intervenções em níveis de maior urgência, de modo a estabilizar e refundar o país. Um desenvolvimento equilibrado, em que a terra e as pessoas são os intervenientes reais, associadas aos diversos sectores económicos, ampliando tradição de sucesso e inovação de largo espectro. O estabelecimento de sinergias entre empresas nacionais em sectores estratégicos, como a agricultura e as pescas, entre outros, é um imperativo inalienável e basilar. De modo a ultrapassar o erro de uma estratégia política quase exclusivamente dirigida para o sector de serviços, e projectar a imagem de um país completo.

As empresas assumem um papel imprescindível na revitalização de uma estrutura económica que se pretende mais saudável, autónoma e geradora de equilíbrio social, em face de uma união cada vez menos unida.

Além da nossa relação com o dito mercado único europeu, o desenho de um mercado interno especifico, associando valores culturais e de singularidade produtiva é um passo fundamental.

13. O que valorizamos quando consumimos?

Esta questão coloca-nos face uma dualidade que é dúbia, entre o que deveríamos valorizar e o que, efectivamente valorizamos, arrastados pelo mercado e pela estridente relação publicitária que frequentemente o sustenta. Não conheço estudos sobre esta relação, mas suponho ser a novidade um dos epicentros principais no exercício da escolha, em quase todos os portugueses. De novidade em novidade, de brilho em brilho, em muitas matérias e produtos a escolha é de tal modo condicionada, ao ponto desta relação importante ser quase reduzida ao patamar de um reflexo taciturno, apagando-se assim outros factores importantes, como as inevitabilidades social e ecológica, a sustentabilidade ambiental e o compromisso recíproco da solidariedade, entre quem produz e quem consome, no plano da própria identidade nacional.

É um facto que valorizamos a inovação, mas a breve trecho ficaremos a braços com excedentes que indicam o crescimento do desperdício e o consequente desvio de recursos financeiros e materiais, como  progressivamente tem vindo a acontecer, a partir do caso da produção automóvel.

Convenhamos que toda a gente possa necessitar de um veículo. Convenhamos que as alterações de design serão bem-vindas. Mas não nos convém que a União estabeleça critérios de renovação que servem quase exclusivamente os interesses de uma determinada indústria e muito pouco o cidadão vulgar. Bem sei que o argumento da segurança e da inovação terá sempre a justeza de um apreço especial, mas não é recomendável que o destinatário passe a ser o objecto, alimentando esse ciclo, em prole de um crescimento baseado em períodos de renovação extraordinariamente rápidos e curtos.

Assim cada vez mais valoriza-se o kitsch tecnológico e submete-se o nosso futuro ao anseio da sua espera, em novos modelos, novos gadjets e novas ilusões… O europeu saberá quanto custa e a quem pesa esse desvario económico? Saberá que muito do lixo financeiro [ garbage rating ] terá uma origem nos países mais abastados, mais produtivos e também mais desenvolvidos?

14. Qual o futuro do capitalismo?

O futuro do capitalismo é o de estabelecer-se segundo os princípios de um humanismo contemporâneo e não propriamente gerar capitalistas, enquanto sonho de um devaneio neoliberal. Caso contrário apenas servirá para alimentar enganos e injustiças, seguindo a aplicação de um paradigma desregulado e selvagem.

15. Como pode ser construído um modelo económico que não entre em conflito com os valores humanos e o equilíbrio planetário?

Centrar a economia nas verdadeiras razões e origens da sua fundação. As sociedades não são utilidades económicas, antes a economia é um recurso social e científico ao serviço do homem.

Não será a economia que estabelece uma ideologia, mas os homens que geram os princípios e fundamentos societários a favor dos valores humanos e do equilíbrio planetário.

A má formação ética tem transformado a economia no algoritmo do déficite. Premeditadamente, destroem-se recursos e culturas a bem do lucro e do seu controlo, esquecendo-se que qualquer resultado económico por mais positivo que seja, pode esconder no verso da mesma moeda, os resultados reais de políticas económicas imprudentes e suicidas.

Introduzir princípios reguladores nos sistemas ditos de economia de mercado é uma necessidade global. Evitar a devastação de recursos e a concentração produtiva são alternativas que vale a pena iniciar a bem do planeta e a bem da própria humanidade. Contrapor a uma globalização frenética em que a voragem do crescimento financeiro é a única direcção, uma gestão global e concertada, em todas as latitudes, atenta aos recursos e à qualidade de vida, que centre no homem e na natureza a principal razão de um modelo economia.

16. Que novas formas organizacionais de comunidade e participação social gostaria de ver

surgir em Portugal?

17. Qual o papel do amor e da compaixão no desenvolvimento humano?

Determinam o comportamento humano no empenho ou entrega da sua relação individual e inserção de plenitude e carência social. O amor e a compaixão fundam uma natureza essencial à génese social e política.

18. Como podemos maximizar e aproveitar os talentos de uma sociedade ?

19. Que transformações na organização social derivam de uma esperança média de vida que, a prazo, pode ir para além dos 100 anos?

20. Por parece que a vida fica mais stressante com cada coisa que inventamos para poupar tempo?

Quanto à sua vivência, a noção de tempo é uma relação diferenciada. Estabelece-se segundo pressupostos antagónicos, que determinam o centro e a duração da própria fruição. Do usufruto do tempo nunca resultará uma satisfação forçosamente objectiva e constante.

Quanto mais dividido, especializado e dirigido, maior será a nossa dependência e a nossa inconstância entre uma convergência meramente utilitária da vida e uma assumpção (assunção) mais plástica e expressiva, em que a liberdade e a criatividade são os arquétipos fundamentais.

21. Como pode ser Humano interagir em harmonia com as cada vez mais sofisticadas conquistas científicas e tecnológicas, sem o correspondente aprofundamento espiritual?

Só por si, quaisquer conquistas científicas e tecnológicas preenchem uma necessidade, mas após essa breve satisfação, rapidamente cedem lugar a um certo vazio existencial, pois a função dessas conquistas é temporal e não supletiva.

22. Qual o papel da religiões?

As religiões devem ligar as pessoas nos pressupostos da vida e do mundo, segundo valores e intenções que congreguem o bem, purificando direcções essenciais no plano espiritual, enquadrando a natureza e o homem como um sistema de compromisso e relação plena à imagem de uma homologia infinitamente superior.

23. O que precisamos para alcançar a felicidade?

Saber estar bem consigo próprio e com os outros.

Desenvolver a capacidade de auto-estima e confiança. Como também é um estado de contágio positivo, será essencial cultivar a compreensão e o amor

pelo próximo.

Felicidade favorece mais felicidade.

24. O que se coloca em questão com a manipulação genética do ser humano e a criação da

vida artificial?

25. O que estamos a ganhar e o que estamos a perder com o volume cada vez maior de

partilha de conhecimento, conteúdos e experiências?

26. Como lidar com o medo?

O medo é um regulador natural que apela a uma revisão consciente e contínua em confronto com a realidade. Na dose certa concorre para uma melhor apreciação das formas, situações e limites em avaliação. Como rebate fundado ou infundado, o medo enquanto excesso torna-se um factor de imobilidade e derrota.

Pressupostos educativos no seio da sociedade e na esfera de proximidade familiar, assim como factores de solidariedade e conhecimento, podem contribuir para uma regulação mais natural em cada um de nós.

27. E se tivéssemos mais tempo para sermos livres, criativos e autónomos?

Sermos livres para cativar todo o tempo do mundo, para sermos criativos e autónomos, será decerto, uma forma ociosa de contemplar a obra que nunca chegará a nascer. A vida é composta de tudo, permanência e mudança, necessidade e prazer. Talvez o segredo fundamental resida num equilíbrio educado do tempo de que à partida dispomos, associado ao modo sereno e autêntico de como o vivemos.

28. Como tornar Portugal num país consciente na forma como produz e gasta energia?

29. Qual a principal aprendizagem que recebeu até hoje?

A principal aprendizagem que recebi até hoje terá sido a de pensar, criar e reflectir.

Quando pensar é de uma natureza inevitável, acabamos de fortalecer e aprofundar o nosso próprio conhecimento e experiência. Nesse processo de maior e melhor conhecimento não só dos domínios próprios, que nos circundam e definem, mas também, relativamente aos outros, do que conhecem e procuram saber, também se aprofunda e reflecte a nossa própria aprendizagem.

Na realidade, o prazer em pensar é continuar a manter uma centelha de eterna curiosidade, amante do saber, pedagogicamente disciplinado e centrado nos argumentos do conhecimento.

E a importância em criar, porque este é o contributo maior do eterno jogo que também formaliza a própria vida…

30. Como pretende contribuir pessoalmente para o futuro de Portugal?

Trabalhar, pensar, criar e reflectir.

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